- Nesse restaurante homens pagam mais que mulheres?
- Não, aqui não rola esse tipo de discriminação.
- Do tipo, "vocês não podem pagar o mesmo que os homens?"
- É, e "mulheres não conseguem comer tanto assim" ou "os caras vão pagar a conta de vocês, vamos dar esse desconto."
16 Janeiro, 2012
15 Janeiro, 2012
1st rule: you do not talk about fight club.
A gravidez é um evento mágico para criar constrangimentos. Por exemplo, na hora de interagir com uma grávida, na maioria dos casos, a frase "oooun, você está com rostinho de grávida, cara de mãe" definitivamente não é um elogio. Se você não passou por uma gravidez, talvez não saiba porque a pessoa fica com a fisionomia tão estranha... Meus amigos, culpem os hormônios. Eles podem ser uns putinhos. A dica é: seja gentil e nunca mencione a aparência de uma mulher nessas condições. É saudável.
(Com a roupa azul, passando pelo nono mês de gravidez. Na outro foto, três meses depois do parto. Não que eu seja um modelo de beleza, mas dá pra sentir o drama, não?)
10 Janeiro, 2012
Das pequenas ilusões.
De ir em restaurante desconhecido, me servir de comida duvidosa no buffet e acreditar que pedir uma Coca-Cola vai me proteger/ me limpar de qualquer infecção intestinal que tente me atacar.
07 Janeiro, 2012
Às vezes a vida amorosa...
(Alerta: estudos comprovam que essa metáfora é boba e feia, mas que é muito legal de criar quando são percebidos vários níveis de semelhança e sentidos que nunca chegam ao fim. Experimente.)
...é como esperar ônibus quando só se tem dinheiro pra isso. Pode parecer um evento infinito, então se pega o primeiro que dá as caras, ou porque está tarde e/ou perigoso demais pra seguir esperando ou por tédio ou porque, por um momento, você tem certeza de que leu o nome do ônibus que precisava ler. Há quem aproveite o engano ao máximo, há quem se desespere quando percebe o mesmo. Tem quem desça na primeira oportunidade e tem a sorte de pegar logo o ônibus certo (tem quem espere muito, tudo de novo - às vezes sem saber onde está e pra que lado deveria ir e acaba errando mais uma vez...). Tem os que decidem mudar de planos numa boa (como quem pega o ônibus rumo à casa de um amigo ao invés do que leva ao lugar que se queria ir desde o início e decide que, enfim, pode ser divertido dessa forma). Tem quem continue esperando na esperança que o tal apareça (mas o último do dia já pode ter passado ou o itinerário do mesmo pode ter sido alterado por alguma fatalidade). Tem quem adoraria não pegar o ônibus pelo qual está esperando, pois gostaria mesmo era de pegar outro, como no passado, mas a vida mudou de endereço. Tem quem, na verdade, nem ligue pra ônibus, pois tem o próprio carro (mas se preocupa com vagas para estacionar que não existem, flanelinhas que existem até demais, que alguém quebre a janela e roube tudo de dentro ou leve mesmo o carro inteiro etc.). Também tem os que não precisam de ônibus porque vão a pé, porque têm bicicleta, ou nunca saem de casa. Mas isso é temporário... Eventualmente é preciso ir um pouco mais longe (mesmo contra vontade) e lá está a parada do ônibus, ou do táxi, ou o aeroporto, ou o ponto de qualquer outro meio de transporte passível de demorar muito mais do que você está disposto a esperar. E você também estará bem disponível para cometer uma série de erros enquanto espera. Ou fará a coisa certa, mas o motorista é quem vai vacilar feio. Ou o trânsito ou clima ou o pedestre desavisado ou o controlador de vôo... Tudo bem, parei.
...é como esperar ônibus quando só se tem dinheiro pra isso. Pode parecer um evento infinito, então se pega o primeiro que dá as caras, ou porque está tarde e/ou perigoso demais pra seguir esperando ou por tédio ou porque, por um momento, você tem certeza de que leu o nome do ônibus que precisava ler. Há quem aproveite o engano ao máximo, há quem se desespere quando percebe o mesmo. Tem quem desça na primeira oportunidade e tem a sorte de pegar logo o ônibus certo (tem quem espere muito, tudo de novo - às vezes sem saber onde está e pra que lado deveria ir e acaba errando mais uma vez...). Tem os que decidem mudar de planos numa boa (como quem pega o ônibus rumo à casa de um amigo ao invés do que leva ao lugar que se queria ir desde o início e decide que, enfim, pode ser divertido dessa forma). Tem quem continue esperando na esperança que o tal apareça (mas o último do dia já pode ter passado ou o itinerário do mesmo pode ter sido alterado por alguma fatalidade). Tem quem adoraria não pegar o ônibus pelo qual está esperando, pois gostaria mesmo era de pegar outro, como no passado, mas a vida mudou de endereço. Tem quem, na verdade, nem ligue pra ônibus, pois tem o próprio carro (mas se preocupa com vagas para estacionar que não existem, flanelinhas que existem até demais, que alguém quebre a janela e roube tudo de dentro ou leve mesmo o carro inteiro etc.). Também tem os que não precisam de ônibus porque vão a pé, porque têm bicicleta, ou nunca saem de casa. Mas isso é temporário... Eventualmente é preciso ir um pouco mais longe (mesmo contra vontade) e lá está a parada do ônibus, ou do táxi, ou o aeroporto, ou o ponto de qualquer outro meio de transporte passível de demorar muito mais do que você está disposto a esperar. E você também estará bem disponível para cometer uma série de erros enquanto espera. Ou fará a coisa certa, mas o motorista é quem vai vacilar feio. Ou o trânsito ou clima ou o pedestre desavisado ou o controlador de vôo... Tudo bem, parei.
06 Janeiro, 2012
Que crendice eu vou ter quando for velha?
Daquele tipo que as pessoas comentam, "isso é muito coisa de vó." Por exemplo, as velhinhas da minha família me recomendavam uns chás para enfermidades diversas com efeitos duvidosos. Que tipo de coisa eu vou aconselhar? "Crie um blog, netinho"?
14 Dezembro, 2011
No futuro, alguém vai criar.
Um carnaval fora de época chamado CarnaPolícia cuja música tema vai ser um axé de Karma Police do Radiohead. Foi o meu sonho de hoje a noite.
02 Dezembro, 2011
Juras de amor.
- Preciso confessar algo que demorei anos pra admitir: odeio vinho.
- Minha nossa, eu te amo tanto.
- Minha nossa, eu te amo tanto.
28 Setembro, 2011
Minha dieta é baseada na preguiça.
Eu engordo e já fico com preguiça de me levantar e ir até a geladeira, de me servir uma segunda vez, de pegar a sobremesa no buffet e até mesmo ligar pra qualquer delivery.
31 Agosto, 2011
No almoço.
- Tinha um negócio ali no buffet, parecia salsicha em conserva, mas não tenho certeza...
- Não é salsicha de soja?
- Não sei dizer...
- Não tem nem de longe gosto de salsicha?
- Não, não tem.
- Hm, então deve ser de soja mesmo.
- Não é salsicha de soja?
- Não sei dizer...
- Não tem nem de longe gosto de salsicha?
- Não, não tem.
- Hm, então deve ser de soja mesmo.
23 Agosto, 2011
E no princípio.
Tem os ateus que praticam umas "religiões" pra tirar sarro da cara dos que possuem religião como serious business. É curioso... fico imaginando ali no passado, umas pessoas escondidas numa caverna tramando contra os politeístas.
- Que asneira, acreditar nisso tudo de deuses.
- Vamos bolar uma religião em que nós acreditamos em apenas um deus?
- Genial! Que contraventor! Que hilário!
- E vamos acreditar nesse único deus ironicamente.
- Que asneira, acreditar nisso tudo de deuses.
- Vamos bolar uma religião em que nós acreditamos em apenas um deus?
- Genial! Que contraventor! Que hilário!
- E vamos acreditar nesse único deus ironicamente.
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