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Empurra com Água - Karla Nazareth
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    Empurra com Água - Karla Nazareth
    Para os anais.


    O restante da matéria é totalmente dispensável. A propósito, isso estava na primeira página do jornal.

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    Karla Nazareth, às 11:27:00 AM
    Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008


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    Mudando de Assunto...


    Plantas usam Twitter para avisar quando estão com sede.

    Não, você leu isso mesmo. Não, você não precisou fumar nenhuma planta pra ter lido exatamente o que você está lendo. Não, eu não digitei errado.

    É a inclusão digital, meus amigos.

    Bateu o medo de perder o seu emprego para uma avenca?

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    Karla Nazareth, às 1:52:00 PM
    Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008


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    Cinco motivos para não se desesperar com o fato do namorado ir morar em outra cidade. E um motivo para se desesperar muito (!!!)


    O cara que eu amo atualmente está de malas prontas para longe. Um longe que significa uns R$ 1.600,00 – ida e volta sem promoção. Daí, as chances da gente se esbarrar esse ano são muito remotas. E é sabido que “the long distance relationship business” é complexo (reticências).

    Porém, analisando friamente a coisa toda, essa história da distância é até interessante. Tanto ao ponto de virar tema para um post com aquele título lá em cima.

    Vamos aos cinco motivos:

    1. Novidades. Morar na mesma cidade, às vezes, limita os assuntos – ainda mais quando se possui empregos idênticos. Ciúmes? Nem pensar. Do que seria? Daquela menina que até ele já enjoou de achar bonita? Nova cidade, novas histórias e bytes e bytes e bytes de e-mails (ou telefonemas, cartas, telegramas whatever).

    2. Saudade. Oi, vai me dizer que nunca encheu o saco ver o namorado todo dia? Quando rola o papinho: “preciso te ver todo dia pra saber que estamos namorando, então acho que não vai rolar à distância: não sei lidar com saudade e balelas, balelas, balelas...”, a pessoa, no fundo, quer dizer que não via a hora de arranjar uma desculpa para nunca mais te ver e ficar livre para as oportunidades. Saudade é um direito. E nem faz mal para um relacionamento que se preza como tal, pelo contrário.

    3. Muamba. Ele está indo para o sul e isso me lembra calçados. Ok, posso lembrar-me de uma série de outras coisas, mas os sapatos estão falando mais alto no momento. Eu sou menina e já fica a dica sobre os presentes para as datas especiais que aparecerão no decorrer do ano.

    4. Desengavetar projetos. Namorar é muito bom, mas, segundo a física, ocupa tempo e espaço. Se seu namorado está longe e vocês já não podem se falar/ ver com a mesma freqüência, esta é a chance para arranjar mais o que fazer. Ler um livro, pintar um quadro, estudar um novo idioma, participar de algum concurso, vender bugigangas no ônibus. Vale tudo para cuidar da própria vida, ocupar a mente e deixar o diabo desempregado.

    5. Férias. Não tinha idéia para onde ir e nem lugar para ficar? Então, arranja outra desculpa. Vai juntando milha, marcando presença nos sites de promoção e pedindo para ele arrumar a casa porque você está chegando!

    Agora, desespera!

    1. Mulheres. Não sei você (para quem está passando pelo mesmo causo), mas meu namorado está se mudando para o estado exportador de übbermodels. Medo.

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    Karla Nazareth, às 1:27:00 PM



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    O Hábito de Editar Vídeos Toscos não me Abandona Jamais.


    O Barramalho & Os Artistas Desconhecidos.
    "Hit Me Baby" (Britney Spears Cover)
    Câmera: Glauber Caetano.
    Direção e Edição: Karla Nazareth.

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    Karla Nazareth, às 6:34:00 PM
    Domingo, 24 de Fevereiro de 2008


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    O jeito do seu homem ao Messenger - saiba o que significa todo aquele carinho.

    Por que você tá assim tão offline, amorzinho?

    Rosto Quadriculado diz:
    Minha namorada entrou - medo!

    Karla Nazareth diz:
    Hm.

    Rosto Quadriculado diz:
    Vou logo falando:

    "oi, meu amor..."

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    Karla Nazareth, às 5:32:00 PM
    Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008


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    O carnaval se foi, mas deixou ___________ (coloque o que quiser aqui).

    Se você não chegou aos 18 anos, leia somente o texto abaixo dessa bunda.

    No sábado que dava início ao feriado, segui para Salinas com o intuito de fugir da baderna (porque até Outeiro é mais carnavalesca – entenda como elogio se puder).

    Ficamos num hotel simpático onde só colocávamos os pés à noite. Mentira. Eu quase sempre estava por lá tentando fugir da praia (sim, evito tudo relacionado a uma).

    Sem internet e sem joguinhos – celular não conta – me vi diante de um OVNI. Ele brilhava e sintonizava apenas três emissoras: Globo, SBT e um canal religioso qualquer.

    Você então se dá conta do quanto odeia carnaval quando Globo e SBT, que não possuíam outro assunto, tornam o canal religioso a coisa mais divertida merecedora-de-Emmy-ever. E sem ironia, longe de mim.

    Inclusive, um dos programas (o de curiosidades cristãs), que me lembrou, no primeiro dia, para que me serviria tudo aquilo. Carnevale...

    Por falar em “carnevale”, a coisa podia ser rebatizada para “bundevale”. O que seria carinhosamente reduzido para “bundaval”. Ou, “bunda” alguma coisa como: “BundaBelém”; “BundaFolia”; “Bundal”; “bunda fora de época”; “bora pular na bunda” ou o melhor “esse ano eu vou tomar todas na bunda”, o que para um bebum-sem-dono faz todo o sentido.

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    Karla Nazareth, às 2:11:00 AM
    Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008


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    O 14º blog a gente nunca esquece.

    Foi bom pra você?

    Pois é, o Plastic Surprise pediu as contas. A nossa relação já não era como antes. E não que estivéssemos brigando-nos-matando. Mas aquele blog se tornou um irmão para mim. Acabou o tesão mesmo. Agora as coisas todas acontecem aqui. Com direito a letra maiúscula no início das palavras após os pontos e onde mais precisar ser - ou eu quiser. Maravilha.

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    Karla Nazareth, às 3:24:00 PM
    Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008


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