12 Maio, 2009

Blábláblás.

Às vezes acho que o "precisar mentir" é uma ação um tanto superestimada. É quase pretencioso, diria, achar que alguém vai cortar os pulsos se souber a verdade ("verdade", taí outro conceito que pode ser bastante bobo, mas não me prenderei nessa divagação agora...) sobre determinado fato. É mais ou menos como se um cara fosse pego na mentira a respeito de uma traição, por exemplo, mas se deparasse com a apatia da mulher porque, enfim, ela também lhe estava providenciando uns córneos. Chato mesmo, teimo em teorizar, nem é a mentira em si, mas a grande questão: "tá me achando com cara de idiota?"

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