19 setembro, 2009
Só uma palavra: plástico.
Existem palavras demais. Uma infinidade. Vez ou outra me surge a possibilidade de abolir algumas do meu vocabulário. De ignorar outras. E esnobar a maioria. Tudo com o intuito óbvio - e provavelmente nada esperto - de arranjar espaço na minha memória para assuntos mais importantes como o número da pizzaria. Além de tudo, algumas são fonetica e esteticamente desinteressantes. Muitas são tão fáceis e acessíveis que, cá pra nós, por que eu deveria me apegar a elas. Basta dizer qualquer coisa, como "coisa", que você substitui a "coisa" que você gostaria de dizer por outra "coisa" qualquer sem deixar de se fazer entendido. Colcha, por exemplo, é uma palavra que me irrita. É só um negócio pra colocar sobre uma cama, realmente precisa de um nome? Tenho cá minhas dúvidas.
17 setembro, 2009
É a mesma sensação.
De quando se está escovando os dentes e um pouco do creme dental, por estar mal espalhado, escorre pelas cerdas e você não sabe exatamente pr'onde aquilo foi: se pra pia, pro chão ou pra sua camisa - ainda que tenha sido pra camisa, você já nem se ilude do contrário.
É disso que estou falando.
É disso que estou falando.
02 setembro, 2009
If 'm not ready in five minutes... wait longer!
E, dia após dia, tudo que peço ao acaso, ao acordar, é que não me surja assunto na cabeça para escrever por aqui ou e-mail, porque já são quase sete da manhã e possuo tendência a me atrasar - e me manter bastante atrasada - mesmo se acordo com umas quatro horas de antecedência. Então, olho os relógios no quarto e penso que esse texto já foi longe demais e que falhei copiosamente em tentar não pensar em absolutamente nada - ainda que eu tenha acordado com uma música na cabeça que eu não faça idéia de qual seja e que nunca farei enquanto não perturbar o maior número de pessoas com o insuportável "tan tan tan tannn, sabe qual é?".
Sério, estou mesmo muito atrasada agora.
Sério, estou mesmo muito atrasada agora.
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