Para investir no melhor da arquitetura e decoração, as crianças iriam crescer um tanto problemáticas. Como viver sem os bibelôs bizarros sobre a mesinha da sala das tias solteironas? Ou a casa da vó sem suas pinturas, rendinhas, santinhos que não combinam com as flores de plástico? A sorte é que moda vem, moda vai, tarde ou cedo, apesar de todo dinheiro investido em dizáinhe de interiores e o escambau, as pessoas acabam se apegando a um monte de tralha que os filhos e os netos vão achar uma porcaria sem tamanho. Ainda bem.
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